segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Devotos de Santo Amaro contam milagres conquistados por intercessão do santo.

Fotos: Rafael Peixoto/Superintendência de Comunicação

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Histórias de Fé reunidas em quadros com fotografias, bilhetes depositados ao lado da imagem. Devotos que contam um pouco das graças alcançadas por intercessão de Santo Amaro. Registros de casamentos, batizados, formaturas, acidentes. Nos lábios as preces murmuradas entre lágrimas. O importante é agradecer ao Padroeiro da Baixada Campista a conquista de um emprego entre tantos depoimentos.
Simone Barreto Ribeiro fala de suas tentativas em engravidar. A promessa foi feita por Flávio Braz Viana. Alguns dias depois veio a confirmação e voltam a Santo Amaro todos os anos com o marido José Marcos da Silva Ramos e o filho Marcos Henrique, e recorda emocionada. E caminharam a pé saindo na madrugada do Parque Imperial até o distrito. Ano passado voltaram para agradecer o milagre.
- Eu e meu esposo, José Marcos da Silva Ramos, sonhamos há muitos anos em ter um filho juntos, mas por maior que fosse a vontade não conseguíamos. 15 anos de tentativas em vão. No decorrer destes 15 anos fui ao médico, fiz os exames necessários, mas não havia nada que me impedisse de ter um filho. Então o médico sugeriu que meu esposo procurasse um médico. Foi aí que recorremos a Santo Amaro: um amigo da família, o Flávio Braz Viana, fez uma promessa que seria paga se eu engravidasse. Alguns dias depois a notícia: Eu estava gravidíssima! O Flávio, a esposa dele (Vaninha) e meu marido foram a pé do Parque Imperial até Santo Amaro, cheios de gratidão. Hoje o nosso Marcos Henrique está com 1 ano e 7 meses, cheio de saúde e trazendo alegria para toda a família. – recorda Simone.
Histórias de fé. Amaro Francisco de Azevedo, 61 anos de idade conta a devoção familiar. E relata a cura da neta Bianca da Silva Azevedo, diagnosticada com câncer no pâncreas. No dia da cirurgia foi a igreja e pedia com fé a intercessão do santo. A cirurgia foi realizada e Bianca foi curada e para agradecer Amaro volta a Santo Amaro junto com um grupo de amigos numa caminhada de bicicleta.
De volta a igreja Amaro Adenilson Fernandes de Souza recorda o acidente sofrido no dia 5 de janeiro de 1998. Vindo do Rio de Janeiro com destino a Salvador com caminhão com carregamento de óleo lubrificante, bateu de frente com uma carreta e não sofreu nada.
- Não deu tempo para nada. A carreta ficou atravessada na pista, e aí está o resultado de como ficou o caminhão. O seguro deu perda total. Comigo não teve nenhum arranhão. Agradeço à Deus e ao Glorioso Santo Amaro pelo milagre em minha vida. E olha a coincidência, ou melhor, providência divina, o acidente aconteceu em janeiro, nasci em janeiro e me chamo Amaro. Disse Amaro.

Caminho de Santo Amaro reunirá devotos de todas as gerações, numa caminhada de fé e de esperanças. Muitas histórias de devotos que vencem o cansaço e partem do centro da cidade ainda na madrugada e chegam ao distrito para a primeira missa celebrada às 3h com a igreja lotada.
Experiências e testemunhos. O gerente de vendas Carlos Augusto Mafra relata a experiência vivida pela esposa Layana Mafra que percorreu no ano passado o Caminho de Santo Amaro e este ano vai tentar realizar o percurso junto a Layana. Gratidão e expectativas para 2018 depositadas na fé e devoção no santo.

- Ao longo desse ano de 2017, muitas graças foram alcançadas mediante a caminhada que Layanna fez até o Santuário de Santo Amaro na Baixada Campista. Quantas experiências vividas, mais o que mais me chamou a atenção, a persistência dela em conseguir chegar com toda fé que a mesma estava. Esse ano estamos estaremos indo juntos, nessa mesma expectativa, de romper em fé todas as nossas esperanças para 2018. E que o Padroeiro da Baixada nos ajude a interceder por nós. – disse Carlos Augusto.




Fotos: Rafael Peixoto/Superintendência de Comunicação

“Lágrimas no plantio e alegrias ao ceifar....”





Ricardo Gomes
A vida é feita de alegrias. Percebemos que muitas vezes somos tomados de assalto e nos vêem tristezas, decepções. Posso dizer que mesmo em meio a tantas dificuldades consigo realizar a minha missão: organizar na Diocese de Campos as atividades da Pastoral da Comunicação. E missão que compartilho com o Pe. Maxiliano Barreto e agora com meu amigo, o jornalista Antonio Filho. Uma missão que visa a Evangelização dos meios de comunicação e através dos meios, num dialogo com a imprensa secular.
Conquistei o respeito tanto do Pe. Maxiliano como de nosso Pastor, Dom Roberto Francisco, que está sempre muito ligado às questões da comunicação diocesana. Começar foi uma tarefa árdua, mas começamos. Hoje, atendendo a uma exortação de nosso bispo que certo dia me falou que a nossa diocese é um celeiro de pautas para a imprensa secular resolvi investir.
De modo que durante o ano de 2017, emplacamos com a publicação de praticamente com a divulgação de matérias das mais variadas matizes e eventos, tanto com as atividades da diocese como de algumas paróquias em suas festas. Foi muito bom e este ano, a meta é ampliar esse trabalho. Já publicamos matérias de festas religiosas que acontecem neste mês de janeiro. O importante é comunicar. E comunicar representa o dialogo inter religioso e o dialogo com a cultura, destacando pessoas com seu trabalho, e a sua contribuição a sociedade.
No entanto, para a realização desse projeto de comunicação é importante a contribuição e a colaboração efetiva dos agentes das equipes paroquiais da Pastoral da Comunicação, que devem ser atentos a tudo que acontece tanto na esfera religiosa como nas realidades do mundo da cultura. Esse processo envolve um diálogo com a cultura em suas nuances locais. Fazer que a pessoa seja valorizada e com isso a comunicação possa expandir os horizontes de uma igreja em saída que vá as diversas periferias, tanto físicas como geográficas.
Essa atitude de um diálogo inter cultural esta já de certa forma evidente nos documentos do magistério desde o inovador decreto conciliar Inter Mirifica, que abre a igreja ao horizonte da comunicação, ate o Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil e levando em consideração os documentos dos Papas e das reflexões realizadas pelas Campanhas da Fraternidade que nos exorta a uma Comunicação para a Verdade e a Paz.
Aprendi em minha experiência religiosa na Congregação Salesiana a comunicar. Na Diocese de Campos tive um grande mestre, Dom Carlos Alberto Navarro, um grande comunicador, e nos animava a levar adiante, mesmo desprovidos de meios a desenvolver uma comunicação na produção na antiga Tv Norte Fluminense. Todo o domingo acordava muito cedo para preparar no estúdio para a celebração da Santa Missa em Seu Lar.
Uma equipe reduzida, mas era uma alegria. Preparar o ambiente celebrativo, levar tudo desde o material para a realização da missa transmitida para toda a região norte e noroeste. Essa equipe preparava desde os folhetos, naquela época datilografados por Altivo, ai tínhamos na equipe Marcelo Ramalho com a esposa Tânia, Altivo, Silvio e Maria Helena, Gianino Sossai, Ana Lucia Monteiro, entre alguns. E na coordenação era o hoje bispo Dom Fernando, redentorista que era carinhosamente de “padreco”. Nas reuniões no Convento Redentorista uma alegria, uma festa.
Depois veio o salesiano Pe. Pascoal Andreiolo, que nos animava. Daí ingressei na vida religiosa, seguindo o chamado a ser filho de Dom Bosco. Fui para Minas, e lá fui fazer estagio pastoral no Centro Salesiano de Videocomunnicação. Tanto aprendizado. De volta a minha terra, já a anos passados recordo certa tarde a ligação de Dom Roberto, me convocando a participar de um encontro de formação para a comunicação realizado em Niterói na Casa de Retiros Atalaia. Desde esse ano, comecei minha epopéia na comunicação diocesana. Com muita alegria hoje posso dizer que sou muito realizado. E quero dedicar a essa missão eclesial: Comunicar para o diálogo e comunicar o evangelho nos mais modernos meios midiaticos. E nesse propósito posso afirmar sem medo. Se um dia plantei com algumas lágrimas, hoje a colheita é com muita alegria e com a certeza se não cumpri minha missão, pelo menos estou tentando.
Mas posso concluir com a certeza de que avistei a estrela que indica um grande sinal de amoroso de Deus que nasceu na gruta de Belém, viveu, morreu na Cruz para nos abrir um caminho que aponta para uma grande luz que é Jesus, cujo nome tem de ser proclamado sobre os telhados e hoje nos areópagos da modernidade e das novas técnicas da comunicação num mundo de muitos Herodes que tentam matar a nossa fé, disseminando contra valores que vão de contra a mensagem de Jesus, de amor, misericórdia e de fraternidade, perdão. Afinal Deus é amor. E parafraseando São Francisco de Assis, o amor tem de ser amado.



domingo, 7 de janeiro de 2018

Cavalgada da Fé na programação cultural da Festa de Santo Amaro

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Desde a manhã cavaleiros e amazonas percorreram a Rodovia Campos Farol na III Cavalgada da Fé organizada por Carla Cordeiro. A organizadora comemora o aumento no numero de participantes e agradece a todos que deram a sua contribuição para o sucesso do encontro que une a fé e devoção em Santo Amaro. A chegada na praça do distrito os participantes receberam as bênçãos do Pe. Alcemar Pereira da SIlva, Reitor do Santuário de Santo Amaro.
- Foi uma bênção a nossa III Cavalgada da Fé, uma tradição que começa a se formar na festa de nosso padroeiro que este ano chega a 285 edições. Com muita fé participamos e aproveitamos para agradecer ao nosso querido Pe. Alcemar por todo carinho com os nossos cavaleiros e amazonas que com essa fé e devoção estiveram para agradecer as bênçãos recebidas por intercessão de nosso padroeiro o Amado Santo Amaro.- disse Carla.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Saúde Pública e o descarte humano

Ricardo Gomes *

Todo serviço médico público deve ser pautado na ética e no respeito a dignidade humana. Tomando por avaliação a fragilidade do paciente ao buscar atendimento numa unidade de saúde pública, acarreta uma exigência de um atendimento humanizado e respeitoso por parte de toda a equipe, envolvendo desde atendentes, enfermeiros e médicos. Qualquer procedimento contrário pode demonstrar a cultura do descarte e desrespeito. Uma prática que denota um desafio a saúde pública.
Os profissionais da saúde precisam de uma preparação humana a fim de oferecerem um atendimento que ajude a resolver as situações do paciente que bate as portas dessas unidades de atendimento emergenciais e de urgência. Enquadramos todo o procedimento, desde os mais simples aos mais complexos que surjam. Procedimentos simples. Podemos por exemplo  colocar a procura de um paciente para a atualização de uma receita para que possa retirar nas farmácias do Programa de Farmácia `Popular do Governo Federal.
Jamais um médico no plantão, considerando que a prioridade seja o atendimento emergencial, já que tem a função de salvar vidas, mediante um primeiro atendimento para após a avaliação do quadro clinico realizar os procedimentos para o caso, ou simplesmente medicar e colocar em repouso, e avaliando o quadro clinico proceder as necessidades. Mas nada impede o médico de fazer a prescrição para facilitar ao paciente a retirada dos medicamentos sem ônus.
O que não se pode admitir que esse médico passe ao acadêmico o atendimento, já que não tem o registro no Conselho de Medicina. Pior ainda é que o acadêmico além de fazer a atualização da receita, use o carimbo do médico e assine. Denota um crime na esfera civil, que ao assinar comete o crime de falsificação da assinatura do profissional. E mediante toda a legislação civil ainda aconteça tais procedimentos em cidades de pequeno e médio porte. Não quero oficializar uma denuncia formalizada, que poderia ser feita ao Conselho Regional de Medicina, mas apenas como um alerta as secretarias de saúde das cidades para terem um controle nessas práticas.


* Jornalista

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Show Pe. Max e Banda na Festa de Santo Amaro

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Show Pe. Max e Banda no dia 15 de janeiro em Santo Amaro


Distrito campista se prepara para a Festa de Santo Amaro. Programação religiosa será aberta no dia 6 de janeiro com o inicio do novenário. A tradicional cavalgada da Fé que sai às 9h de Mussurepe chegando a praça da festa no domingo (7) e para este ano os organizadores esperam aumentar o numero de participantes. A organizadora Carla Cordeiro ressalta a importância do encontro encerrado na Praça de Santo Amaro reunindo gerações num momento de fé e devoção.
Devotos começam a visitar a igreja já preparando para a festa de dia 15 de janeiro. A expectativa é de pelo menos 100 mil pessoas passem pelo distrito nos dias de festa. Nos primeiros dias de janeiro intensifica as visitas a igreja.  O que importa para os devotos é chegar a igreja para agradecer os milagres por intercessão do santo.
- Em agradecimento ao Glorioso Santo Amaro devotos participarão da III Cavalgada de Santo Amaro. Cavaleiros percorrem um trajeto até o Santuário em oração e fé. A cada ano o evento vem ganhando destaque nos festejos de Santo Amaro. E no dia 13 de janeiro sairá do Farol de São Tomé a carreata do Caça Lama com destino ao Santuário de Santo Amaro, em agradecimento assistem a missa das 19h. – informa Carla Cordeiro.
A festa de Santo Amaro preserva tradições populares. O levantamento do mastro é um dos pontos altos da programação e acontece após a missa de encerramento do novenário no dia 14 de janeiro. Destacando a importante participação de Miguel de Carvalho Gomes, que renova o cada ano o famoso laço de Santo Amaro, idealizado pelo pai Dalírio Pereira Gomes. Um momento devocional que reúne os devotos do santo. Toda estrutura é custeada pelo grupo que se encontram todos os anos.  Jorge Bento Neves Pereira fala da emoção em venerar o padroeiro da baixada campista.
- A preparação do mastro é uma tradição de todas as famílias de Santo Amaro. Uma oportunidade para encontrar amigos que hoje moram em outras cidades, mas que no dia 14 de janeiro voltam ao distrito para esse momento de fé em nosso Pai Santo Amaro. – disse Jorge Bento.

O Bispo de Campos, Dom Roberto Francisco Ferreria Paz destaca a importância cultural e religiosa da festa, uma das mais expressivas do Norte do Estado do Rio de Janeiro e a devoção ao santo.  A igreja, obra dos monges beneditinos é uma das referencias no turismo religioso na cidade com o famoso caminho de Santo Amaro, percorrido pelos fieis que partem do centro urbano com destino ao distrito na madrugada de dia 15 de janeiro.
- É uma das principais festas religiosas da Região do Norte Fluminense e representa um dos três caminhos espirituais do Brasil (o de Anchieta, no Espírito Santo e o das Missões em São Miguel, no Rio Grande do Sul), constituindo uma experiência de fé caracterizada pela cruz fonte de conversão e missão, a compaixão e a misericórdia, expressa nos milagres em benefício dos pobres e desamparados e a paz com Deus, os irmãos e toda a criação. A cavalhada como bem cultural testemunha a importância do diálogo inter-religioso em especial com o mundo islâmico. Como se pode apreciar, é uma festa que oportuniza um valioso espaço para a Nova Evangelização e a inculturação da fé, agregando valores e movimentando o turismo religioso regional. – destaca o bispo.
A festa é um dos patrimônios da cidade e considerada uma das maiores manifestações católicas. Um legado construído pelos monges beneditinos que este ano festejam 370 anos de presença na região. Um trabalho realizado por séculos desde a chegada em 1648 do Frei Fernando. Com o tempo foi construída a igreja.
- Desde a chegada em 1648 os monges implantaram a fé católica na região e a devoção aos santos da Ordem Religiosa fundada por São Bento. Os monges foram responsáveis pela construção da sociedade campista em todos os aspectos desde a fé católica, a catequese e a evangelização em tempos difíceis. Os religiosos atendiam a comunidades no meio rural e em tempos de dificuldades no transporte se deslocavam a cavalo. Mas foram os pioneiros na construção do edifício da fé e um dos legados foi a igreja e a devoção a Santo Amaro desde 1733 com a construção da capela primitiva. – disse Ricardo Gomes.

Programação Oficial
De 6 a 14/1 – 19h – Missas Novenário
Dia 7/1 - Tradicional cavalgada
Saída às 9h de Mussurepe
Dia 14/1 – 21h  – Levantamento do mastro
Dia 15/01 – Dia de Santo Amaro
5h - Alvorada
3h, 5h, 7h, 9h, 11h, 13h e 17 h – Missas
18h 30 – Procissão
21h – Show Pe. Max e Banda





FESTAS DE SANTO AMARO EM TERRAS SANJOANENSES

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Da Baixada Campista a devoção a Santo Amaro tem festa na Praia de Açu e Grussai, São João da Barra. 

A Festa de Santo Amaro tem programação nas praias de Açu e Grussai, na cidade de São João da Barra. Nos dias 12 a 15 de janeiro os moradores da Praia do Açu festejam o santo que tem a devoção trazida pelos monges do Mosteiro de São Bento. Em Grussai a festa já é tradição e reúne moradores da região e veranistas. A programação será aberta com missa com orações de Cura e Libertação celebrada pelo Pe. Maxiliano Barreto no dia 12 de janeiro abrindo o tríduo preparatório a festa.
- A devoção a Santo Amaro começa na Baixada Campista, mas logo é difundida para a Praia de Açu, onde foi construída a capela. Foi um trabalho desenvolvido a partir do Mosteiro de São Bento e com a criação da Paróquia de Nossa Senhora do Rosário que atendia a região, e com isso a organização da festa para o santo. – observa Ricardo Gomes.
Levantamento feito no Mapeamento Cultural de São João da Barra em Grussai a história contada por muitos moradores é de que foram os portugueses que construíram a primeira capela de Santo Amaro, que ainda era de palhão e madeira, mas foram surgindo algumas famílias que passaram a ter devoção e se interessaram na construção de uma igreja.
Foi um homem chamado Ademar Laranjeira, que em 1924 decidiu trazer um construtor português para construir a primeira igreja de Santo Amaro. Lourenço Augusto Russo chegou de Portugal e fez a primeira capela, construída com um espaço maior e colocou a torre. Anos depois, no início da década de 50, ela foi ampliada por João Gaia, que recebeu a chave para ser o zelador.
- A esposa de João, Maria das Dores, contou que ele via a necessidade de crescer, já que muitos devotos e veranistas participavam das festividades no dia do santo. Ela lembrou ainda que com uma enchente e muita ventania, a igreja ficou destruída, sendo novamente reformada.- completa Flávio Martins.

Programação
Praia do Açu
Dia 12/1
19h – Noite Carismática
Dia 13/1
19h30 – Missa
Cel.  Pe. Maxiliano Barreto
Dia 14/1
17h – Missa
Cel.  Pe. Francisco de Assis
Levantamento do mastro
Dia 15/1
6h – Alvorada
17h – Missa
Cel. Pe. Francisco de Assis
Procissão

Grussai
Dia 12/01 – 1º dia do Tríduo
19h – Missa por Cura e Libertação
Celebrante: Pe. Maxiliano Barreto da Silva

Dia 13/01 – 2º dia do Tríduo
9:30 – Carreata percorrendo as principais ruas
18:30 – Missa –
19:30 – Música ao vivo (Pátio da Igreja)

Dia 14/01 – 3º dia do Tríduo
9:30 – Passeio ciclístico (sorteio de uma bicicleta e vários prêmios)

Dia 15/01 – DIA DE SANTO AMARO
5h – Alvorada
8h – Curso de batismo
9h – Missa
10h – Batizado
14h – Recreação com o Grupo Jovem Amigos do Senhor
19h – Missa
20h30 – Procissão

21h30 – Apresentação com o Grupo Jovem Amigos do Senhor